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domingo, 21 de abril de 2013

CAMINHADA SOLIDÁRIA EM CHAVES

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350 participantes.
1 tonelada de alimentos recolhidos.


Estes dois números chegavam perfeitamente para considerar este evento como plenamente conseguido. São valores que marcam definitivamente a caminhada que aconteceu hoje mesmo, inserida nas actividades comemorativas do 50º aniversário do Agrupamento 198 - Chaves, do CNE.

 





Com partida (cerca das 09h30) e chegada (cerca das 12h00) na Praça principal do Município (Praça de Camões), após o check-in com levantamento da t-shirt da actividade e depósito dos bens alimentares, os participantes percorreram algumas das ruas e locais mais emblemáticas da cidade de Chaves (Igreja Matriz, Caldas, Jardim Público, Pista de Pesca Internacional da Madalena e as ruas da Ponte, de Santo António e Direita, por exemplo), num percurso bem organizado e de fácil concretização para as diferentes faixas etárias presentes.

 
  
 
O Núcleo Cidade de Vila Real participou com seis elementos (Paulo, Carmo, Fernando, Abel, Liliana e Carmén) aos quais se juntaram os Chefes Barros e Peixoto dos Agrupamentos 212 - S. Pedro e 295 - Nª Sª da Conceição, respectivamente.

 

Queremos realçar, ainda, para além do espírito de solidariedade e partilha (claramente na génese do evento), o salutar convívio com todos os participantes, em especial com os Escuteiros do 198 (os actualmente no activo no CNE e os antigos Escuteiros) a quem agradecemos o convite que nos foi endereçado.

 



Muitos passos foram dados nesta caminhada, é certo! Será que alguns deles se deram também no sentido da congregação dos antigos Escuteiros em torno da ideia de B.P para os "mais velhos" (coisa que nós simplesmente designamos por ... Fraternidade de Nuno Álvares)? Veremos o que o futuro nos reserva.

Em resumo:

"Bravo, Bravíssimo" 198. Podem contar connosco.




[FR]

terça-feira, 2 de abril de 2013

CONSELHO NACIONAL PLENÁRIO

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Mais uma vez estivemos presentes na discussão sobre o futuro da FNA.


O Núcleo Cidade de Vila Real voltou a viajar até Fátima para marcar presença em mais um Conselho Nacional que, realizado nos dias 16 e 17 de Março, contou com vários momentos importantes para o futuro da FNA, nomeadamente a eleição de uma nova Mesa daquele órgão, a aprovação dos relatórios de contas e de actividades e o debate sobre a abertura da associação a elementos que nunca pertenceram ao CNE.


Um dos pontos mais importantes do encontro foi a eleição da nova Mesa do Conselho Nacional, que agora é presidida por Augusto Campos de Sousa e tem como secretários os Irmãos Escutas José Augusto Silva e José Vilela.

Assistimos hoje ao preenchimento de mais uma importante página da história da FNA”, sublinhou Jorge Caria, presidente da Direcção Nacional, depois da eleição da nova Mesa e no âmbito de uma homenagem ao presidente cessante, Artur Xavier, que ao longo de quatro mandatos dirigiu os trabalhos da Mesa do Conselho Nacional.

(Augusto Campos de Sousa ladeado pelos seus Secretários, José Augusto Silva e José Vilela)
O presidente da FNA lembrou que a demissão do cargo por parte de Artur Xavier demonstrou um “grande sentido de responsabilidade”, uma vez que prendeu-se com a necessidade de garantir a realização em harmonia das próximas eleições para a Direcção Nacional, que, a partir de agora, realizar-se-ão desfasadas, em termos temporais, do ato eleitoral para o Conselho Nacional.

Reunindo aproximadamente 200 membros da Fraternidade, no Conselho Nacional ficou ainda decidido o prolongamento do mandato da actual Direcção Nacional (de Outubro para Março) e a discussão e aprovação da descentralização dos próximos actos eleitorais para as Direcções Regionais.

De sublinhar ainda que o debate sobre a possibilidade de abertura da FNA a elementos que não tenham feito promessa no Corpo Nacional de Escutas foi também alvo da atenção dos participantes no Conselho Plenário, onde, na sequência do trabalho de grupos, concluiu-se, mais uma vez, a necessidade de estudar a questão e de envolver o maior número possível de Núcleos e Irmãos Escutas na decisão. 


Representado por quatro membros (Paulo Teixeira, Fernando Reis, Abel Pereira e Fátima Meireles), o NCVR participou activamente em todos os momentos e deu o seu contributo em todas as decisões.





O final deste Conselho Nacional ficou ainda marcado pela entrega dos Certificados de Formadores aos elementos que frequentaram com aproveitamento o 1º Curso de Directores de Formação e o 2º Curso de Formadores, que ocorreu em Mangualde. O Núcleo Cidade de Vila Real esteve representado nesta cerimónia, tendo dois dos seus Associados recebido os respectivos Certificados e Insígnias, nomeadamente o Abel Pereira (como Formador) e o Fernando Reis (como Director de Formação), pertencendo ambos, desde esta data, ao Quadro Nacional de Formadores da FNA.


Uma vez mais, o grupo representante do Núcleo cumpriu o ritual de acender, em Fátima, uma vela por todos os seus Associados, pedindo a Nª Senhora a força necessária para todos podermos estar "Alerta para Servir"


quinta-feira, 21 de março de 2013

CRIAR RAÍZES II

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Criar Raízes bateu recorde do ano passado no número de árvores plantadas

Cerca de 20 participantes, entre membros do Núcleo Cidade de Vila Real, escuteiros do Agrupamento 212 de São Pedro, representantes do Parque Natural Alvão e amigos e familiares conseguiram, no dia dois de Fevereiro, aumentar o número de árvores plantadas de 350 para 450 naquela que foi a segunda edição do “Criar Raízes”.




Nascido de uma parceira entre o Núcleo Cidade de Vila Real e o Parque Natural do Alvão, através do Instituto Nacional da Natureza e Floresta, o “Criar Raízes” abriu este ano as suas portas à vários núcleos da FNA, no entanto, foi mesmo com a prata da casa que se conseguiu, como muita entrega e esforço, levar a efeito mais uma ação de reflorestação do Alvão.

                     

                     


Mais uma vez as temperaturas negativas não travaram os esforços do grupo que, sempre na companhia da neve, cumpriu o objetivo inicial de ‘alimentar’ a zona protegida com um total de 450 bétulas, também conhecidas como as “noivas da floresta”, mas também contribuiu para a manutenção de várias zonas mais procuradas pelo visitantes, ao recolher lixo.

 

                     





O “Criar Raízes” nasceu localmente, numa iniciativa do Núcleo Cidade de Vila Real, mas teve sempre no horizonte a ambição de se tornar uma atividade de caráter nacional que permitisse a Fna’ticos de todo o país conhecer mais de perto o “Reino Maravilhoso” de Miguel Torga, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro.



Assim, nesta segunda edição e ainda numa fase muito experimental, foram abertas inscrições para alguns núcleos convidados, ficando desde já a certeza de que o objetivo é que, já a partir da sua terceira edição, o “Criar Raízes” abrace todos os núcleos, de Norte a Sul do País (embora com um número limite de inscrições).




Além das atividades relacionadas com a preservação ambiental, plantação de árvores, ações de limpeza ou outras indicadas pela própria direção do Parque de acordo com as necessidades da zona protegida, nas próximas edições serão mantidos também os objetivos de proporcionar momentos de convívio e de reconhecimento do próprio concelho de Vila Real, com a organização de passeios e visitas.


Este ano a vertente do convívio foi garantida com a realização de um churrasco de Vitela Maronesa, um jantar que representou o ‘descanso dos guerreiros’ e, acima de tudo, mais uma oportunidade de partilha para os elementos do núcleo.

                     

 





Fica o nosso agradecimento ao Agrupamento 708 de Mateus, que disponibilizou a sua sede não só para o jantar mas também para as dormidas dos participantes de fora de Vila Real, o que acabou por não ser necessário.
                     

                   



O “Criar Raízes” pretende crescer, tal como cada uma das árvores plantadas… Quanto a nós, organização, queremos que todos possam conhecer, usufruir e se apaixonar por uma serra que tem um lugar especial nos escuteiros de Vila Real. 





É tempo de criar laços, é tempo de 
“pensar globalmente e agir localmente”.

É tempo de CRIAR RAÍZES!


sexta-feira, 15 de março de 2013

TEMOS PAPA

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PAPA FRANCISCO I

Dia 13 de Março do ano de 2013...




... Um novo Trilho de Fraternidade, Esperança e Paz




NÓS ACREDITAMOS


domingo, 10 de março de 2013

SIM ... SOU ESCUTEIRO!

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O NCVR entrevista o Assistente Nacional


Vou onde for preciso para ajudar a construir, cada vez mais e melhor, esta Fraternidade




No âmbito do Dia do Pensamento Escutista/Dia Mundial de B.P, o Núcleo Cidade de Vila Real desafiou o Padre Joaquim da Nazaré Domingos, Assistente Nacional da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA), a liderar uma acção de reflexão e a presidir as segundas promessas do núcleo. O desafio foi aceite e o momento ficará na nossa memória. No final da actividade o Padre Nazaré deixou algumas palavras ao nosso blogue …










Qual a mensagem que trouxe neste Dia Mundial de BP?

A mensagem que trouxe, e que procuro sempre levar comigo, é esta possibilidade que o escutismo tem de unir as diferentes gerações e, acima de tudo, ajudar a construir aquilo que é, por um lado, cristão, e que Baden-Powell incutiu muito bem, que é a fraternidade, essencial para vivermos felizes, bem uns com os outros, e, de facto, o espírito, a grande intuição que é do Evangelho, mas que também foi de B.P, e é por isso que a nossa Associação, de escuteiros adultos, tem esse nome.
De facto temos tudo que é preciso para podermos ajudar as pessoas a aprender a viver fraternamente. O escutismo tem um potencial único para ajudar a construir, de verdade e com solidez, não só a palavra, mas a atitude, a vivência, o fazer. Esses são os frutos da verdadeira fraternidade, que tem que ser sempre humana e cristã.
Tudo isso me leva onde for preciso, vou com gosto sempre que seja para ajudar a construir, cada vez mais e melhor, esta Fraternidade, que B.P quis mundial, e que hoje o é de facto.



É importante dinamizar este tipo de actividades de partilha, de reflexão da Fé não só individualmente, dentro dos Núcleos, mas também entre Núcleos e mesmo com o CNE?

Obviamente que é muito importante. Não é por acaso que no CNE os grupos de base se chamam Agrupamentos mas na Fraternidade chamam-se Núcleos. Eles têm sentido quando se unem e se correlacionam. É exatamente com esta rede de diferentes Núcleos que, com criar de laços, é possível não só ajudar a descobrir o sentido da vida, mas, também, através dos valores escutistas, difundir esta Fé, que tem uma dimensão transcende. O escutismo, não o é sem os valores da Fé no sentido de acreditar no próximo no semelhante. O Escuta é amigo de todos e irmão dos outros escutas e de facto os valores confiança, amizade e fraternidade, são fundamentais para que construamos uma sociedade melhor… Como Baden-Powell nos disse na sua última mensagem, cada um de nós deve ter a preocupação de deixar o mundo um pouco melhor do que o encontrou. Há vários factores que nos ajudam a ser felizes, mas o melhor meio para sermos felizes é ajudarmos os outros a serem felizes, de uma forma prática. Não somos abstractos  não somos teóricos, somos concretos e é preciso termos os meios e nos organizarmos para que construamos, de facto, a verdadeira felicidade. O escutismo tem essa potencialidade e esta possibilidade.



No ano passado aceito o desafio de ser o Assistente Nacional da FNA. Como está a ser essa caminhada?
Este processo teve duas etapas. Enquanto era Assistente Nacional do CNE, uma vez que a Fraternidade não tinha assistente nacional, quando era preciso, em momento cruciais, já dava apoio à Fraternidade. Quando cessei funções no CNE, houve um período de tempo em que a Direcção Nacional me vinha desafiando a aceitar esta missão de ser assistente nacional da Fraternidade. Por razões de ordem funcional dos meus cargos, na prática as minhas funções de capelão militar, não me permitiam conciliar convenientemente a vida para que pudesse aceitar este desafio, então, durante sucessivos anos, fui ajudando e apoiando pontualmente a Fraternidade, sem realmente assumir formalmente o cargo e a função de assistente nacional.
Há cerca de um ano mudei de lugar, e as funções que já não me são pedidas na vida militar deixou-me algum tempo, algum espaço, nomeadamente aos fins-de-semana, para eu poder, com consciência e responsabilidade, aceitar um desafio destes. Eu entendo que não basta ter o título e o nome, é preciso ter o tempo para dedicar, para corresponder.
Então, finalmente reuniram-se as condições em que a minha vida dita profissional de capelão militar permitiu que eu também pudesse conciliar com os desafios que também são próprios da vida desta associação. Se para além da vida militar fosse pároco era difícil ter vindo para Vila Real durante o fim-de-semana...

Concluindo, espiritualmente e na vontade eu já me sentia próximo da Fraternidade, até que se reuniram as condições práticas para eu poder assumir, com consciência e responsabilidade, as funções, de modo formal, e melhor acompanhar a Associação.




Obrigado, Padre Nazaré!




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