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terça-feira, 16 de setembro de 2014

1º ACAMPAMENTO DE MONTANHA

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O Entre’Serras… foi mesmo BRUTAL


Quilómetros de aventuras com momentos inesquecíveis de união, boa disposição e, sobretudo, amizade. Foi assim a primeira edição do Entre’Serras, uma atividade que decorreu entre os dias 8 e 10 de agosto, em Cerva e Vila Pouca de Aguiar e que contou com seis participantes.

Diz o ditado, e é bem verdade, que sejam “poucos mas bons”. Assim aconteceu nesta atividade, que inicialmente esteve prevista para uma data mas que, por causa da falta de participantes inscritos, acabou por ser adiada, realizando-se 15 dias depois. 


 Apesar de tudo, quem esteve, esteve à cem por cento e todas as atividades previstas se realizaram, começando a atividade com a montagem do campo sede do acampamento, na localidade de Cerva, num espaço cedido gentilmente pelo senhor Jorge Carvalho e dona Guiomar Machado, pais do Chefe Ricardo Carvalho do Agrupamento 295. 









O dia nasceu cedo e a caminhada começou na Praia Fluvial das Meadas, seguindo-se até ao Rio Poio, num total de cerca de 12 quilómetros, alguns em condições bastante adversas….

No final de um dia intenso, o merecido descanso que foi antecedido por um jantar de convívio e muita partilha, para não falar das sardinhas do sr. Jorge e da massa à Pioneiro, confecionada, mais uma vez, pelo chefe Poisson.



 




 

 

No segundo dia de acampamento o Entre’Serras levou-nos até a Lagoa de Vila Pouca de Aguiar. Em mais uma caminhada, mais aventuras e até uma pouco de chuva à mistura preencheram mais 12 quilómetros à volta da lagoa.

Para fechar a atividade com Chave de Ouro, um novo convívio, desta feita com um grupo de amigos que se juntou à nós na Tasca da Alice, em pleno Parque Natural do Alvão.






















Para os elementos que participaram (Paulo, Fátima, Abel, Zé, Ni e a Cármen Nóbrega) o Entre’Serras trouxe novas experiências, gargalhadas e muitos momentos para recordar, para os restantes fraternos fica a certeza de que para o próximo ano há mais!!!



















































                     
                                          Até lá...









BOA CAÇA

sábado, 13 de setembro de 2014

8 de Junho - Dia do Parque Natural do Alvão

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Aniversário comemorado a caminhar…




Tendo em conta a nossa relação de amizade e parceria com o Parque Natural do Alvão e, obviamente, a paixão pela “serra mágica” que esteve sempre muito presente nas nossas vidas enquanto escuteiros, não podíamos deixar de participar no evento pensado para comemorar o dia daquela zona protegida.




A iniciativa começou, por volta das 9h00, com dezenas de pessoas, entre as quais cinco elementos do nosso núcleo, a fazer o percurso pedestre “À volta das Fisgas de Ermelo”.

Depois da caminhada de cerca de seis quilómetros, a chuva também quis participar, obrigando o almoço a passar de um piquenique junto ao rio Olo para o edifício do quartel do fojo.
                                  

 



O dia ficou ainda marcado pela libertação de dois gaios e de um ouriço-cacheiro, animais selvagens que foram resgatados e depois tratados no Centro de Recuperação de Aves selvagens (CRAS) do Hospital Veterinário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Finalmente foi apresentada uma exposição sobre as “Libélulas e libelinhas do PNAlvão”, a qual foi sucedida de um Porto de Honra.



















A nossa participação nesta atividade foi mais que uma mera representação do Núcleo, mais que uma demostração da nossa ligação com a Serra do Alvão… foi um ‘obrigado’, uma mostra do nosso respeito, consideração e apoio àqueles que mantêm, diariamente e muitas vezes além das suas responsabilidades profissionais, o Parque Natural vivo e dinâmico.





Por um mundo melhor…

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

OBRIGADO CHEFE PEIXOTO

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Para Sempre No Nosso Coração.

“Quem quer que sejamos e onde quer que nos encontremos, tenhamos consciência disso ou não, ao passarmos por este mundo deixamos um rasto atrás de nós. 

Outros o verão, e poderão segui-lo. Pode ser um rasto que os conduza para o bem, ou que os faça extraviar-se. Depende de nós.

Podemos marca-lo bem à vista nas árvores para que eles o vejam, ou podemos apenas deixar pegadas sem darmos por isso – pegadas essas que, não obstante, podem ser seguidas pela areia.

Em qualquer dos casos, vale a pena lembrar que deixamos sempre vestígios de alguma espécie e que, por conseguinte, se dirigirmos os nossos passos na boa direção podemos levar os outros a seguirem também na boa direção.

A nossa pista está assinalada por aquilo que fizermos, por aquilo que dissemos, ou por aquilo que escrevemos. Aquilo que fizemos transforma-se em marcos permanentemente seguidos; aquilo que dissemos não passa de pegadas que podem ser alteradas ou apagadas pelo tempo; aquilo que escrevemos são marcas bem visíveis conscientemente gravada nas árvores”. 

B.P

A imortalidade de que se reveste a natureza humana faz o homem sempre presente.
Presente pela amizade e respeito que conquistou
Presente pelo exemplo que legou.
Sempre presente porque educou.

Obrigado Chefe. 
FNA-NCVR




A homenagem ao Chefe Peixoto realizada no dia 12 de Agosto, no âmbito do primeiro aniversário da sua morte, contou com a presença de 14 Fraternos do Núcleo Cidade de Vila Real, mas muitos outros que, por motivos profissionais ou pessoais, não puderam estar presentes deixaram publicamente as suas palavras de reconhecimento.

Sublinhamos e agradecemos ainda o apoio dado pela Direcção Nacional, que se uniu a nós nesta merecida homenagem, não só aprovando o Diploma Nacional de Mérito, proposto pelo nosso núcleo, mas também tomando a iniciativa de marcar o momento com uma placa de reconhecimento da Fraternidade Nuno Álvares, que foi entregue à família.


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