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domingo, 15 de junho de 2014

UM SONHO... UMA REALIDADE

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- Já lá vão 75 anos.
Encontro Nacional da Fraternidade Nuno Álvares

“ Foi no dia 21 de maio de 1939 que se realizou uma grande confraternização de “antigos escuteiros”, no Sameiro na cidade de Braga, chamando aí inúmeros adultos, que recordaram com saudade os tempos já passados…
… Aqui e ali vão surgindo núcleos de “antigos escuteiros” uns, porventura, mais disponíveis que outros, auxiliando fundamentalmente os serviços locais e regionais…”

Fez-se história…

O Sonho, a “nascente” começou há 75 anos.





Todos nós fomos levados na máquina do tempo…

- Fez-se novamente história… e nós dissemos sim.



 



 






 

 



 



 


 






 





…E nos dias 24 e 25 de maio cerca de cinco centenas de irmãos escuteiros da Fraternidade Nuno Álvares reuniram-se no Sameiro comungando o mesmo ideal escutista, manifestando o seu querer, demonstrando a sua força em trabalhar por um futuro de paz, amizade e fraternidade. Afirmando ainda a vontade e a certeza de caminhar nos trilhos de Baden-Powell guiados pela luz de Cristo, vivendo e praticando o Escutismo Adulto e colocando-a ao serviço dos outros e da sociedade.



O horizonte será seguramente daqui por tantos outros anos e, tal como os primeiros, também nós queremos ficar ligados a esta história.

Hoje somos uma realidade… 





quinta-feira, 29 de maio de 2014

FUNDAÇÃO DO NÚCLEO DE CHAVES DA FRATERNIDADE NUNO ÁLVARES

1 comentário:
“De novo rapazes… um sonho concretizado”


A fraternidade nacional em geral e a região escutista transmontana estão mais ricas com a fundação do Núcleo de Chaves da Fraternidade Nuno Álvares
Numa atividade realizada em conjunto com o Agrupamento 198 do Corpo Nacional de Escutas, decorreram, nos dias 3 e 4 de Maio, na Igreja Matriz de Chaves, as cerimónias de velada de armas, promessas e renovação das mesmas por parte dos novos elementos (lobitos, exploradores, pioneiros, caminheiros e fraternos).

















Comparando com a designação das cidades geminadas  (que partilham uma ligação especial na promoção do mútuo intercâmbio e amizade), foi bom de ver também, duas regiões ligadas especialmente (Minho e Trás-os-Montes), três cidades (Chaves, Guimarães e Vila Real) e duas associações (CNE e FNA) todos unidos num ideal comum: Escutismo Católico.



 













Foi um momento feliz e marcante para todos os presentes e intervenientes, sendo de sublinhar que as cerimónias representaram o culminar das comemorações do 50º aniversário do Agrupamento local. 
Pela FNA, destacar a presença do Presidente da Direção Nacional Jorge Caria e de alguns elementos do Quadro Nacional de Formadores, bem como escuteiros dos núcleos Cidade de Vila Real e Urgezes.
As cerimónias foram presididas pelo Rev. Padre Hélder Sá, pároco e Assistente das duas associações flavienses e pela chefia do Agrupamento 198.






 
 


A igreja matriz engalanou-se e o coro escutista animou e ritmou a cerimónia muito a preceito.

Para os fraternos da cidade termal, “foi um passo primeiro”, passo este deveras marcante e significativo, destacando a excelente cooperação/colaboração com o Agrupamento. A comunidade paroquial e local com este evento, ficou assim a conhecer a FNA e a compreender quais são os pressupostos do escutismo adulto.




 






  Terminadas as cerimónias na Igreja Matriz e depois de um pequeno percurso pela parte histórica (passagem pelo ex-líbris que é a ponte romana) chegamos ao jardim municipal onde foi servido um almoço partilha. Neste capitulo a Comissão permanente de Pais dos escuteiros está de parabéns pois teve um papel crucial na organização e realização do mesmo.
 Em termos finais, um agradecimento especial para a Chefia do CNE-198 nas pessoas do Chefe e Assistente de Agrupamento, respetivamente Francisco Carvalho e Rev. Padre Hélder Sá, que desde a primeira hora tiveram também eles visão e apadrinhamento para que a fundação do Núcleo da FNA na paróquia fosse um êxito. Bem-haja a ambos.
Para a Paula Campos (Presidente do Núcleo) e para todos os fraternos de Chaves que escutaram a voz do chamamento uma canhota das boas da rapaziada de Vila Real.


“Se todos tivermos o hábito de fazer as coisas com paixão e alegria, raramente encontraremos situações difíceis” (B.P.)



E a paixão… é o que nos deve mover.



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