Mão-de-obra empenhada na plantação das árvores acompanhada de boa disposição em quantidade foi o contributo do Núcleo Cidade de Vila Real para mais uma ação de reflorestação do Campo Nacional de Atividades Escutistas (CNAE) do Corpo Nacional de Escutas, organizada, pela Direção Nacional do Ambiente da FNA, no último fim de semana.
Graças ao trabalho de mais de trinta associados de sete núcleos de todo o país (Benfica, Santa Catarina, Lagoa, Mortágua, Olivais, Algueirão e Cidade de Vila Real) e da Direção Regional de Lisboa e Direção Nacional, foram plantados, no total, 500 pinheiros-de-alepo (Pinus halepensis MILLER) e mais de uma centena de folhosas de várias espécies.
Além de trabalhar arduamente na plantação das árvores, os vários associados da FNA, que contaram ainda com a colaboração de um grupo de nove escuteiros do Agrupamento do CNE de Benfica, participaram na instalação de mais de 400 metros de mangueiras de rega e no arranjo de mais de 200 caldeiras, que vão garantir as condições ideais de crescimento às novas árvores. Outro trabalho desenvolvido passou pela zona de viveiro, para onde cerca de 60 pinheiros regressaram para um processo de fortalecimento das suas raízes.
O projeto de reflorestação dos 79 hectares do CNAE, que tem contado com a participação ativa da FNA em todo o seu desenvolvimento, pretende, numa primeira fase, garantir a criação de uma zona arborizada que dê as condições ideais de sombra às atividades que ali se realizem, e a qual se vai seguir o esforço para fazer daquele espaço um verdadeiro bosque, onde as mais variadas espécies terão lugar.
Entre os pontos altos dos dois dias, de sublinhar a missa de campo. Além de representar a união na fé, a Eucaristia juntou participantes dos vários núcleos (e ainda caminheiros do Agrupamento de Benfica que também participaram nas atividades de reflorestação) num coro improvisado que, a uma só voz, e sob a orientação do Núcleo vila-realense, animou o momento religioso.
Na memória de todos que partilharam Idanha-a-Nova 2012 ficarão também guardados o convívio no ‘serão’ do primeiro dia de atividade e o “Adeus” entoado junto ao monumento da Chama do Centenário, alturas em que se partilharam experiências, canções, sorrisos e as expectativas de um futuro cada vez mais promissor para o escutismo adulto em Portugal.




































